sábado, 30 de junho de 2012
30 de Junho - Dia do Caminhoneiro
Transportar o PROGRESSO e a RIQUEZA deste país passa pelo Profissional chamada CAMINHONEIRO......Parabéns pelo seu DIA....e por Todos os Obstáculos que enfrenta todos os Dias....
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Plataformas Logísticas
Na ultima semana falamos sobre
multimodalidade, assunto que esta começando a ser falado e difundido no Brasil.
Aproveitando o gancho, hoje escreverei sobre Plataformas Logísticas, onde em países
mais desenvolvidos já deixou de ser conceito para ser realidade.
Um
dos exemplos mais interessantes é a Plataforma
Logistica de Zaragosa. Através dos vídeos que mostrarei abaixo poderão
acompanhar e entender o que é, como funciona e porquê é importante pensarem
neste tipo de solução para a Logística
do Brasil.
Portanto
convido a todos a assistirem os vídeos e refletir o quanto temos que evoluir
para ter uma estrutura logística mais condizente com o tamanho do nosso país.
PLATAFORMA LOGISTICA ZARAGOZA ESPAÑA
Plataforma logística de Zaragoza
PLB Plataforma Logística do Brasil
Lembrando que entre os serviços da Divelog está a consultoria para desenvolver projetos logísticos, como Plataformas Logísticas, assim como palestras, compartilhando meu conhecimento e experiência sobre Desenvolvimento de Mini-Plataformas logísticas.
Abraço,
Júnior Cavalca
terça-feira, 26 de junho de 2012
FUSÕES E AQUISIÇÕE
Em 2008 postamos aqui no blog da Divelog sobre este mesmo tema. Hoje novamente abordaremos o assunto Fusões e Aquisições, porém com a colaboração do Sr. Ricardo Albert Schmitt.
Ricardo é Economista graduado pela UFRGS, Especialista em Economia Empresarial e Mercado de Capitais, e Sócio da StoneCapital Investimentos, de Caxias do Sul, especializada em Fusões e Aquisições.
Temos então a honra de publicar suas palavras sobre o tema:
Fusões e Aquisições, também conhecidas pela sigla M&A (Mergers and Acquisitions em inlgês), assim como todo o tipo de atividade empresarial, afetam a sociedade e tem profunda relação com os ciclos econômicos. Com o crescimento das nações, do comércio internacional e com a modernização dos meios de comunicação, as fusões e aquisições passaram a ter importância na vida do administrador, constando na pauta de assuntos estratégicos das empresas.
Mas o que leva um empresário a decisão de comprar (investir) em uma empresa ou de vender (desinvestir) seu negócio? Qual é o melhor momento para fazê-lo? Quais cuidados devem ser tomados para que esta decisão, que muitas vezes envolve mais valores sentimentais do que econômico-financeiros, seja uma decisão acertada?
A provocação é apenas uma forma de mostrar que uma operação de compra e venda de uma empresa é um assunto complexo, que envolve conhecimentos e habilidades multidisciplinares e que precisa ser conduzido de forma profissional, com a devida seriedade e compromisso. Para tentar responder as perguntas feitas no início do texto, conceituemos alguns aspectos:
Decisão: a decisão de comprar ou vender um negócio, independente do seu tamanho, precisa ser consequência de muito estudo e preparação. Não é recomendado ao empresário fazer qualquer movimento neste sentido sem antes haver planejado o que fazer, como fazer e principalmente, por que fazer. Se há dúvidas sobre quanto vale a empresa que se quer negociar, não negocie. Contrate alguém para ajudar a calcular o preço justo da negociação.
Confidencialidade: o sigilo é a base para qualquer negociação envolvendo um interessado em comprar e um interessado em vender. A venda de um negócio requer exposição, abertura de informações e riscos. Não se vai a uma reunião de negociação sem antes ter garantido juridicamente a confidencialidade entre as partes negociantes.
O momento certo: cada empresário tem o seu momento certo de pensar em uma venda, por exemplo, que pode ser baseada na falta de sucessão, no conflito com outros sócios, na vontade de dedicar-se a outra atividade. Lembre-se de que o cenário econômico influencia as decisões de venda e de compra. Sob o aspecto do ambiente externo à empresa, o melhor momento de vender é quando a economia mostra-se em crescimento e com boas perspectivas, como é o momento atual para o Brasil, quando as empresas estão mais valorizadas aos olhos de quem tem intenção de investir. Não espere sua empresa sofrer com a falta de recursos ou com o envelhecimento do parque fabril para pensar no assunto. Quanto mais moderna, rentável e organizada é a empresa, mais atrativa será para um possível interessado.
Para quem vender? A resposta para esta pergunta tem muita relação com o tamanho do negócio que se quer vender. Empresas consideradas “pequenas” atraem interesse de compradores do próprio segmento de atuação (os concorrentes) e de segmentos relacionados. São os chamados investidores estratégicos. Empresas maiores despertam a atenção de outro tipo de investidor, o investidor profissional, também conhecidos no mundo da administração como Fundos de Private Equity.
Independente da decisão de comprar ou de vender uma empresa, a dica é: analisar o momento econômico, avaliar bem o negócio, estar seguro da decisão a ser tomada e então agir, tendo como companhia a cautela e muita atenção.
Ricardo Albert Schmitt
segunda-feira, 25 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Multimodalidade
O segmento de transportes esta diante da maior mudança que o setor já viu nos último 60 anos no Brasil. Seja ele Rodoviário, Hidroviário, Ferroviário ou Aeroviário.
Alguns fatores contribuem, como o Custo Logístico Brasil, que comparado ao resto do mundo é muito alto, a nova Lei da Jornada do Trabalho do Motorista, inovações na CLT, o Tempo de Direção e Inovações no Código de Transito Brasileiro introduzidas pela Lei Numero 12.619/2012, entre outros. Com todas estas mudanças temos que pensar em alternativas estruturais nos modais logísticos brasileiros, como a Integração dos modais existentes.
Nós da Divelog já estamos falando há dois ou três anos sobre Intemodalidade e podemos mencionar alguns projetos em que estivemos envolvidos sobre plataformas Multimodais. Acreditamos que esta é uma alternativa para gerarmos espaço para todos, pois melhorando os custos logísticos conseguiríamos ter uma redução de preço nos produtos brasileiros e consequentemente poderíamos ser mais competitivos no mundo Global. Com isso geraríamos um crescimento econômico maior do que está acontecendo hoje, e aumentaríamos a demanda de Transportes entre todos os modais, dentre eles o Transporte Rodoviário de Cargas.
Confira aqui material postado no Slideshare: Projeto polo petroquimico do sul triunfo.
Para ilustrar a diferença entre Brasil X EUA, segue Mapa de Terminais Intermodais entre os dois países:
Continue acompanhando nosso Blog, pois falaremos mais sobre esse assunto aqui!
Abraços,
Junior Cavalca
terça-feira, 19 de junho de 2012
II Congresso Técnico Comjovem
Na última
terça-feira estive presente em mais um evento da Comjovem em Brasilia onde, em conjunto com o XII Seminário
Brasileiro do Transporte Rodoviário de Cargas, discutimos o momento atual do
segmento. Falamos sobre as tendências para o futuro onde o setor sofrerá várias
mudanças devido às varias leis que entrarão em vigor.
No II Congresso
Técnico Comjovem tivemos a palestra do Sr. Marcelo Patrus, presidente da
empresa Patrus Transportes. Muitos foram os pontos interessantes da sua
palestra, mas começarei falando sobre como trabalhar a potencialidade de cada
sócio.
Importante adequar
a estrutura da empresa sem o ego que
vemos muito nas empresas familiares. Marcelo conta que conseguiram isso com a
grande capacidade do seu pai, que identificou que entre os três irmãos existiam
diferenciais, onde um tinha forte característica expansionista, outro com uma
grande capacidade de Controlar custo e a filha com muita facilidade em articular
tudo isto, gerando assim a cultura dos 3
C´s da Patrus:
Cliente
Clima
Custo
Essa divisão
percebida pelo pai, já falecido, foi o grande divisor de águas para a Patrus.
Pois imagino que na dor e com o medo do futuro foi o que alavancou a empresa.
Mesmo tendo uma
ligação afetiva com os bens os três irmãos tiveram que vender tudo que tinham
conquistado, focando todas as forças nos negócios. Essa atitude fortaleceu a
imagem da Patrus, sendo admirada não só pelo setor, mas também no mundo
empresarial.
Outro tópico
abordado durante esta palestra foi o Benchmarking.
Mencionou que a Patrus está aberta para trocar ideias e informação, buscando
uma evolução com as melhores práticas, gerando assim uma maior rentabilidade do
negócio.
Um tema inusitado
foi abordado por Marcelo: entender as mulheres. Explicou que elas possuem
necessidades diferentes dos homens, portanto saber adequar estas necessidades à
estrutura empresarial é de suma importância para a organização.
Finalizando,
gostaria de deixar a minha satisfação por ter ouvido um empresário no porte do
Sr. Marcelo Patrus. Ele mostrou que pensa diferente, ilustrando que realmente
ser diferente é uma forma de sustentabilidade desde que esta diferença venha do
Coração.
Visível a razão para tanto sucesso da
empresa que ele coordena.
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segunda-feira, 18 de junho de 2012
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